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A maior, tinha um grupo teatral e um rancho. O seu espaço de trabalho localizava-se a poucos metros do Chafariz de Casais. O “Clube” era o palco dos ensaios da colectividade, local agora ocupado por um edifício particular. O rancho chegou a atingir bastante fama, especialmente pela marcha “Beneficente és da Bairrada”. Para melhor se compreender, na actualidade, o sucesso de outrora, veja-se a letra do refrão da afamada música: “Beneficente és da Bairrada És da Bairrada Diz a toda a gente És a flora mais delicada! De esperança e amor Dizem da perfeição Da nossa alma em flor Beneficente! Astro de intensa luz Que ilumina a nossa terra! Tem aspecto tão brilhante E um sorriso permanente Do grupo beneficente! Num sonho de ventura Doce como a ilusão Sonha o mundo ouvido Os versos desta canção! Falai ao mundo inteiro Neste rancho delicado Mas dizei-lhe que em primeiro Foi por Deus abençoado!” Inv. por: Mário Matos |
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Desde o início do século passado que se demonstra uma aptidão pelas tradições e uma forte tentativa de as manter vivas no seio da freguesia. Um povo alegre, acolhedor dos seus e “forasteiros”. Entre os anos de 1928 e 1935 houve dois grupos etnográficos em Vila Nova, duas colectividades que rivalizavam entre si por altura dos Santos Populares. Cada grupo tinha um espaço próprio, devidamente enfeitado. Os directores eram Júlio José de Almeida (grupo Cascais) e António Ferreira Esteves. Inv. por: Mário Matos |
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